segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Acróstico - O Meu Tabuleiro de Xadrez

Desde o início do Projeto Xadrez na minha turma, o entusiasmo foi percebido de imediato.


O mais legal tem sido o contato, a participação e o interesse de cada aluno com este magnífico jogo, o qual estimula o raciocínio e tantos outros fatores que se somam ao desenvolvimento individual e coletivo.


Neste acróstico, intitulado “O Meu Tabuleiro de Xadrez”, vê-se um conteúdo capaz de incentivar ainda mais a busca dos alunos pelo inteligente entretenimento com características didáticas, começando pela contribuição desta atividade com a aprendizagem.


Onde ou quando inventaram o Jogo de Xadrez não importa.

Mas dizem ter quase 3 mil anos a sua história,
Embora alguns atribuam a época mais recente.
Uma coisa, porém, é certa: trata-se de algo fascinante.

Todas as peças do jogo são colocadas sobre um tabuleiro e
Alinhadas uma a uma nas duas primeiras colunas e linhas.
Brancas e pretas as suas cores e cada lado tem um rei,
Uma rainha, oito peões, dois cavalos, dois bispos e duas torres.
Logo observar que a casa branca deve ficar à direita do jogador.
E esta é a primeira regra, ou seja, a posição do tabuleiro.
Instrutivo e inteligente ele pode ser definido como didático,
Razão de integrar o currículo de nossas Escolas, embora isto já
Ocorra há anos noutros países, sendo até matéria obrigatória.

Dá para dizer que o Jogo milenar é uma batalha travada
Entre dois exércitos, isto é, o das peças brancas e o das pretas.

Xadrez, para muitos, representa uma distração, para outros
A prática da estratégia, pois requer muita concentração,
Dividindo os lances entre ataque e defesa. A imobilização do
Rei é o objetivo do jogo, vencendo aquele que conseguir isto.
E esta conquista tanto pode ser das brancas quanto das pretas.
Zelo e atenção em todos os movimentos facilitam a vitória.

Autor: Luciano Schuler

Inspirados no grafismo do artista plástico Romero Brito, meus alunos criaram, a sua maneira, os desenhos das peças utilizadas no Jogo de Xadrez: Rei, Rainha, Bispos, Cavalos, Torres e Peões, num conjunto de cores e formas capazes de extravasar a criatividade contida em cada um deles.