segunda-feira, 2 de novembro de 2009

É possível!

Já vi e ouvi muito nesse mundo, mas nunca imaginei um dia estar frente à frente a uma ilustre figura como a de agora. Refiro-me ao engenheiro Marcus Pontes, conhecido como o “astronauta brasileiro”. Selecionado, ele acompanhou uma das missões espaciais internacionais, chamada de Missão Centenária, juntamente com outros astronautas.

Citei-o porque assisti, acompanhada da minha família, a sua recente, interessante e didática palestra, proferida na Escola Técnica Liberato, por ocasião da renomada Feira de Ciência e Tecnologia Internacional, organizada anualmente pelo Educandário.

“É possível!”. Com estas duas palavras de incentivo e relembrando sua mãe, Marcus Pontes deu início à palestra, estimulando a todos, especialmente os jovens, entre crianças e estudantes.

Sinceramente, ganhamos o dia!

A cada ponto exposto pelo palestrante, minha memória voava à infância, principalmente quando meu saudoso pai trouxe para casa um jornal mostrando tudo sobre a viagem do homem à Lua, em julho de 1969. Na nossa casa não havia TV naquela época...

“Senti Deus mais infinito lá em cima”, disse Marcus; gostei de ouvir e me impressionei.

Outro fator interessante na postura do conferencista e sua assessoria foi o carinho pelas crianças, a ponto de acomodá-las nas primeiras filas, facilitando a atenção dos pequeninos, cujos olhos brilhavam concentradamente...

De origem modesta e dono de surpreendente humildade, o nosso astronauta encantou a todos com a sua simpatia, preparo e facilidade em explanar a proposta daquele instrutivo painel, especialmente quanto aos detalhes observados na missão.

Destacou, por exemplo, o por e nascer do sol por dezesseis vezes no mesmo dia, em virtude da espantosa velocidade da espaçonave em torno do planeta: uma volta a cada noventa minutos.

O treinamento dos astronautas, exige forças quase sobre humanas, pois excede limites, a fim de capacita-los às situações adversas, ou seja, incomuns do dia-a-dia em terra firme.


quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Atividades de divisão - Histórias matemáticas

Dando sequência à proposta de aprendizagem da divisão, chega o momento de trabalhar a possibilidade dos próprios alunos sugerirem as quantidades a serem divididas, com base no nível de compreensão matemática, desenvolvido desde o início do processo.

Noutras palavras, eles passam a interagir e isto desperta neles o real interesse pelo assunto divisão, pois se sentem valorizados por participarem diretamente na atividade de histórias matemáticas.

Suas tentativas e elaboração de hipóteses desenvolvem, no decorrer do tempo, o crescimento da estimativa em cálculo mental, ou seja, quando eles conseguem agrupar uma quantidade maior em suas divisões, dispensando muitas rodadas.

Sendo bem conduzida, a experiência amplia o grau de assimilação deles sobre esta matéria, fazendo-os deixar de lado o temor pela divisão. De fato, não é bicho de sete cabeças
.

domingo, 25 de outubro de 2009

Divisão - 3º e 4º anos

A divisão é algo sempre temido por muitos alunos. Sendo assim e me baseando no professor Ernesto Rosa Neto (vídeo assistido), resolvi desmistificar esse suposto medo, sugerindo a minha experiência de divisão trabalhada com alunos de 3º e 4º anos.

A atividade pode ser realizada com a turma toda, anotando as sequências das rodadas no caderno.

Exemplifico.


Um aluno recebe 345 canudinhos para distribuir entre 28 colegas.

Pra começar, ele faz uma primeira rodada, decidindo entregar cinco canudinhos a cada coleguinha. Restaram, portanto, 205 em suas mãos, para dividir numa segunda rodada.

Como ainda havia um monte, ele resolve dar 6 pra cada um, totalizando 168. Agora só restaram 37. Sendo assim, na última rodada ele não poderá dar mais do que 1 canudinho a cada um dos 28, pois faltariam.

Um a um, os alunos da turma receberam 12 canudinhos, enquanto na mão do responsável pela divisão sobraram 9.

Divisão por rodadas.

Nesta modalidade o aluno pode realizar a divisão a partir do seu critério de quantidade, levando em conta que deverá dividir de forma igualitária.

O aluno sempre terá em mente o total a ser divido, podendo iniciar com uma quantidade pequena; desta forma, porém, necessitará de muitas rodadas.

Para obter uma quantidade maior na divisão serão necessárias menos rodadas até obter o resultado final.

Observe o quadro abaixo.

Divisão de 128 por 5


128- 25= 103
Já distribuiu 25, faltam distribuir 103
103- 35= 68
Já distribuiu 35, faltam distribuir 68
68-15= 53
Já distribuiu 15, faltam distribuir 53
53- 20= 33
Já distribuiu 20, faltam distribuir 33
33- 20= 13
Já distribuiu 20, faltam distribuir 13
13- 10= 3
Já distribuiu 10, faltam distribuir 3

Neste caso, o 3 (três) será a sobra, ou o resto, pois não haverá igualdade na divisão.
Como o quadro mostra, cada criança recebeu 25.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

Mimo recebido e oferecido as amigas


Recebi da amiga Krika!

Fiquei lisonjeada porque se trata de um mimo para artistas. Não sou artista, mas tenho me esmerado em levar algo motivador para minhas aulas de linguagem no tempo integral. Portanto, este carinho chegou na horinha certa.

Fiquei feliz com a ternura da Krika.

Vejam as belezas no blog dela:
http://linguagemeafins.blogspot.com/

Regra: Oferecer o selinho criatividade aos espaços que você acha coloridos, criativos e originais, cheios de ideias, cor e luz!Dedico o selinho às seguintes amigas: